A POUCO E POUCO, os desdobramentos vão mostrando os caminhos dos valores do maior evento do futebol mundial. Depois de quatro Copas com 24 seleções, de 1982 a 1994, a Fifa decidiu elevar para 32 seleções em 1998, número de participantes que se estendeu até 2022, quando já se sabia do novo aumento, inclusive de sedes.  

A 23ª COPA, EM 2026, já será com 48 seleções, o que implicará no aumento de 64 para 104 jogos, em três países-sede, superando as duas de 2002, na primeira Copa na Ásia, que Coreia do Sul e Japão compartilharam. Cinco Copas depois, a Copa de 2026 terá três sedes, com jogos nos Estados Unidos, México e Canadá.

A COPA DE 2030 já é alvo de acirrada disputa, em que, com certeza, o poder do dinheiro decidirá. A Confederação Sul-Americana tenta que seja no Uruguai, como sede principal, além de Argentina, Chile e Paraguai, o que faz sentido, por ser a comemoração dos 100 anos da primeira Copa, promovida em 1930 pelo Uruguai.

INTERPONDO-SE ao interesse sul-americano, Portugal e Espanha querem dividir a organização da Copa de 2030. Só que um concorrente fortíssimo, peso-pesado,  daqueles que não querem saber quanto custa, porque entram para ganhar, está se apresentando, com credenciais e valores que extrapolam a média.

OS JORNAIS DA EUROPA estão noticiando que Cristiano Ronaldo ganhará 200 milhões de euros do Al Nassr FC, da Arábia Saudita, por dois anos e meio de contrato, até junho de 2025. Só que esse valor aumentará, e com certeza, não será pouco, quando ele se tornar embaixador da candidatura saudita à Copa de 2030.

Foto: Trivela