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O EX-MEIA THIERRY HENRY, duas vezes carrasco do Brasil, na final da Copa de 1998, e autor do gol que eliminou a seleção brasileira nas quartas de final da Copa de 2006, agora técnico da seleção francesa Sub-21, quer o ouro olímpico de 2024, que só ganhou há 40 anos, ao vencer o Brasil (2 x 0) na final de 1984.

CAMPEÃO E QUATRO vezes artilheiro da Premier League, entre 1999 e 2007, quando se tornou capitão e maior jogador dos 137 anos do londrino Arsenal FC, com 228 gols em 377 jogos, com direito à estátua no estádio, agora Thierry Henry quer a França arrasadora nos Jogos que volta a sediar 128 anos depois.

O PROJETO CONTA com o maior poderio ofensivo do futebol francês na história dos Jogos, com Mbappé, revelação e campeão do mundo em 2018; artilheiro e vice-campeão da Copa de 2022, já com 46 gols em 75 jogos, dirigido por Didier Deschamps, terceiro campeão do mundo como jogador (1998) e técnico (2018).

MBAPPÉ TALVEZ seja a peça mais difícil de ser encaixada no projeto, de vez que na época dos Jogos – 26 de julho a 11 de agosto – estará se apresentando ao Real Madrid e não se sabe como o campeão espanhol reagirá à sua liberação. Talvez o acordo, com a ida de Vinicius Jr para o PSG, possa facilitar os entendimentos.

NÃO HÁ SINAL de problema quanto a Griezmann, meia canhoto de 32 anos, que embora francês, está já em sua 14ª temporada na Espanha, com 170 gols em 332 jogos pelo Atlético de Madrid. Artilheiro e chuteira de ouro da Euro 2016, campeão do mundo em 2018 e vice em 2022, ele já fez 44 gols em 127 jogos pela seleção francesa.

APESAR DOS 37 ANOS, Olivier Giroud é outro nome de peso. Campeão no Arsenal (253 jogos, 105 gols) e no Chelsea (119 jogos, 39 gols) -, é do Milan desde 2021 e quebrou a maldição da 9, com 45 gols em 115 jogos, com o scudetto de 2021-2022, e tem a camisa no belo e rico Museu do Milan.

CONTEMPORÂNEO do que pode vir a ser seu técnico nos Jogos de 2024, Giroud foi campeão do mundo em 2018 e é o maior artilheiro da seleção francesa, com 56 gols em 129 jogos, superando os 44 gols de Thierry Henry em 127 jogos. Com Mbappé, Griezmann e Giroud, a França dá um passo firme para chegar ao pódio.

A LAMENTAR, ainda que fosse para perder de novo, como na final dos Jogos de 1984 em Los Angeles, quando tinha Gilmar Rinaldi, Mauro Galvão e Dunga, entre outros bons, que a seleção brasileira, duas vezes consecutivas medalha de ouro, não tenha se classificado para os Jogos de 2024 em Paris.

Fotos: Flashscore e UEFA