O Santos foi eliminado da Libertadores 2018, no segundo 0 x 0 com o Independiente da Argentina, em jogo interrompido na noite desta terça (28), no estádio municipal do Pacaembu, na região central de São Paulo, aos 37 do segundo tempo, porque torcedores lançaram bombas no banco de reservas dos argentinos e tentaram invadir o campo, e o árbitro chileno Julio Bascuñan alegou falta de segurança. A Polícia Militar interveio e prendeu vários manifestantes.

A decisão da Confederação Sul-Americana de Futebol, anunciada pela manhã, foi punido pela escalação do meia uruguaio Carlos Sanchez no jogo de ida em Buenos Aires – também 0 x 0 – e perdeu por 3 x 0, causou revolta nos torcedores, que, antes mesmo do primeiro jogo, já haviam adquirido todos os 37 mil ingressos para o jogo de volta no Pacaembu. O Santos anunciou logo após a decisão da Conmebol de que vai recorrer da decisão, mas não terá êxito no recurso.

A última vez que o Santos ganhou a Libertadores foi em 2011, quase meio século depois das duas primeiras conquistas consecutiva, em 1962 e 1963, na época de ouro do Rei Pelé, quando também foi bicampeão mundial de clubes, derrotando nas finais o Benfica e o Milan. Segundo maior ganhador do Campeonato Brasileiro, com oito títulos, o Santos chegou a ser pentacampeão – 61-62-63-64-65 – e também acumula 28 títulos de campeão paulista.

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Maior ganhador da Libertadores, com sete títulos, o Independiente é o único tetracampeão – 72-73-74-75 –, após o bi de 64-65 e a última conquista em 1984. O clube do bairro de Avellaneda, nos arredores de Buenos Aires, tem 16 títulos de campeão argentino. Classificado às quartas de final, o Independiente decidirá a vaga para a semifinal com outro argentino, River Plate ou Racing.

capa: Twitter – Santos Futebol Clube @SantosFC