Recordista de gols e de títulos no cenário do futebol europeu, Cristiano Ronaldo decidiu atacar forte o coronavírus, após o resultado de seu teste ter sido negativo: “É uma epidemia assustadora e usarei todas as forças para ajudar a combatê-la” – disse o atacante da Juventus, que voltou a Portugal para continuar ao lado da mãe, Dolores Aveiro, em franca recuperação de AVC (Acidente Vascular Cerebral), em casa, após alta do hospital.

SUPRIMENTOS – Cristiano Ronaldo usará boa parte de sua fortuna para dotar os hospitais portugueses de suprimentos médicos, entre eles o Hospital Universitário São João, da cidade do Porto, que também receberá ventiladores e milhares de peças de roupas para os que estão internados. Calcula-se que o atacante da Juventus tenha rendimento anual, só como jogador, da ordem de 80 milhões de dólares, em torno de R$400 milhões.

310 MILHÕES – A mais recente doação de Cristiano Ronaldo, que sempre apoiou campanhas humanitárias, foi de cinco milhões de libras – moeda mais forte do mundo -, equivalente a R$310 milhões, para socorrer as vítimas do mais forte terremoto no Nepal, pequeno país do Sul da Ásia, onde está o ponto mais alto da terra, o Monte Everest, de 8.848 metros, na fronteira China-Tibete. Na capital, Catmandu, houve missa de agradecimento.

BOLA DE OURO – Para aumentar ainda mais as doações, Cristiano Ronaldo decidiu leiloar a última Bola de Ouro que ganhou como melhor jogador do mundo. O artilheiro arrecadou 500 mil libras e destinou o dinheiro à Fundação que investe em pesquisas de laboratório, a fim de intensificar o combate à epidemia. Na Itália, onde Cristiano Ronaldo joga, os infectados agora são 46.638, e as mortes, até o começo da noite de hoje (22), subiram para 5.476

PRIMEIRO DA CHINA – Depois de doze temporadas no futebol inglês, divididas entre o Manchester United e o Everton, de Liverpool, o meio-campo belga Marouane Fellaini, de 32 anos, que joga desde janeiro de 2019 no Shandong Luneng, está de quarentena em hospital. É o primeiro caso registrado pela Liga Profissional da China, onde o coronavírus começou a se propagar.

Foto: TVI24