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FLUMINENSE e Manchester City tentam nesta 6ª feira (22), no estádio Rei Abdullah, em Jeddah, segunda maior cidade da Arábia Saudita, o primeiro título mundial de sua história centenária. Ambos são finalistas do último mundial de sete clubes porque ganharam, também pela primeira vez, os títulos continentais da América e da Europa, em 2023. E agora, de quem será o título inédito de campeão do mundo de clubes, na sétima decisão entre brasileiros e ingleses?

O FLUMINENSE fez o espanhol Josep Guardiola, técnico de 15 títulos em seis temporadas no Manchester City, entrar no túnel do tempo: “O Fluminense me faz lembrar a seleção brasileira, que vi campeã do mundo em 94, ali pelos meus 23 anos, com um toque refinado, bola de pé em pé, de jogo consciente, explorando bem os alas e fulminante nos contra-ataques. O Fluminense é um modelo renovado e adaptado para melhorar. Por isso, não tenho dúvida: faremos bom jogo”.

POR SUA VEZ, Fernando Diniz rechaça mudar a forma de jogar do time: “É um jogo importante, muito importante, com certeza o maior jogo da história do clube, mas nem por isso vamos mudar em nada nosso estilo. Manteremos o que vem dando certo, jogando dentro do que estamos acostumados, respeitando o adversário, mas sabendo também que o adversário nos respeitará. Vamos continuar sendo o que nunca deixamos de ser. Seremos nós”.

É O HISTÓRICO PRIMEIRO CONFRONTO do Fluminense, de 121 anos (21/7/1902), com o Manchester City, de 129 anos (16/4/1894), com direito a 30 minutos de prorrogação e decisão em cobranças de tiros livres da marca do pênalti, se houver empate em 90 minutos. O Fluminense, com a camisa tricolor, que estreou no domingo, 7/5/1905, com 7 x 1 no Rio Cricket, em Niterói, e o Manchester City, com a camisa azul-claro, que estreou desde a fundação.

É A FINAL HISTÓRICA do Mundial de clubes, pela primeira vez com goleiros brasileiros, o mato-grossense Fábio, de 43 anos, destro, 1,91m, campeão e recordista brasileiro de jogos da Libertadores, que na decisão desta 6ª feira (22) atuará de camisa azul-escuro, e o paulista Ederson, de 30 anos, canhoto, 1,88m, segundo mais caro da Europa, comprado do Benfica por 40 milhões de euros em 2017, atuará de camisa amarela.

A FINAL HISTÓRICA do último Mundial com a participação de sete clubes, sob a direção de um árbitro, que completará a terceira decisão importante em um ano. O polonês Szymon Marciniak, de 42 anos, apitou em 2022 a decisão da sétima e última Copa do Mundo com 32 seleções, França 3 x 3 Argentina (4 x 2 nos pênaltis), e em 2023 a decisão da Liga dos Campeões, Manchester City 1 x 0 Inter de Milão.

Foto: Editoria de Arte