O Goiás será dirigido pelo preparador-físico Robson Gomes no jogo de depois de amanhã (7) com o Corinthians, e até que o novo técnico seja contratado para substituir Claudinei Oliveira, décimo técnico demitido, após os 6 x 1 do Santos, na Vila Belmiro, três semanas depois de ter sido goleado, pelo mesmo placar, pelo Flamengo. Claudinei deixou o time em décimo segundo lugar com 17 pontos, 5 vitórias, 2 empates, 5 derrotas e saldo negativo de sete gols, com 13 marcados e 20 sofridos.

QUATRO MESES – Claudinei Oliveira estava pela segunda vez no Goiás, que o havia demitido depois de apenas quatro meses de trabalho, entre janeiro e abril, em 2014. Santista de 49 anos, goleiro do Santos em apenas 11 jogos, entre 1989 e 1990, começou treinando as divisões de base e pouco dirigiu o time principal, após ter sido técnico interino. No Brasileirão 2019, deixou o Goiás em décimo segundo lugar com 17 pontos – 5 vitórias, 2 empates, 5 derrotas – e saldo negativo de sete gols: 13 a favor, 20 contra.

A LISTA – Antes de o Goiás demitir Claudinei por dois 6 x 1, a goleada de 4 x 0 do São Paulo, no Morumbi, fez a Chapecoense demitir Nei Franco, duas rodadas antes. Geninho foi demitido pelo Avaí, única das vinte equipes do Brasileirão 2019, ainda sem vencer em treze jogos. Enderson Moreira foi demitido do Bahia, que contratou Roger Machado, e acertou com o Ceará, que havia demitido Lisca.

O SÃO PAULO DEMITIU o uruguaio Diego Aguirre, teve André Jardine como interino, e está com Cuca. Demitido do Botafogo, Zé Ricardo continua sem clube. O Atlético Mineiro demitiu Levir Culpi e ficou três meses com Rodrigo Santana como interino, até efetivá-lo em junho. Jair Ventura, técnico qualificado, está sem clube desde que saiu do Santos, após treinar o Corinthians. Poucas coisas são mais rotativas que a profissão de técnico no futebol brasileiro. Os resultados que o digam.