O Fluminense chegou ao fundo do poço! Perdeu do lanterna no Maracanã! O único time que ainda não havia conseguido vencer, depois de sete empates e nove derrotas, ganhou do Fluminense, sem competência para ganhar de nenhum dos três do rebaixamento: perdeu também no Maracanã para o penúltimo CSA, e só empatou com a Chapecoense.

UMA VERGONHA – A terceira derrota consecutiva – 2 x 1 fora para o Atlético Mineiro e 1 x 0 no Maracanã para o CSA e o Avaí – representa uma vergonha para a história e a tradição do Fluminense. O time está sendo levado, por administrações incompetentes, ao mais absoluto descrédito, sem que a torcida mereça passar por situação tão vergonhosa.

MUITO RIDÍCULO – Com a derrota da noite de ontem (2), o Fluminense continua em antepenúltimo – 12 pontos, 3 vitórias, 3 empates, 10 derrotas, 19 gols marcados, 26 gols sofridos – e dos 16 jogos, não fez gol em seis, cinco no Maracanã. A situação se agrava na sequência de jogos consecutivos como visitante: Fortaleza, Palmeiras, Corinthians e Goiás.

QUINTA DERROTA – Dos nove jogos no Maracanã, o Fluminense começou a perder logo na estreia – 1 x 0 para o Goiás – e depois mais quatro derrotas. Empatou com Flamengo (0 x 0) e Ceará (1 x 1), e só conseguiu ganhar (4 x 1) do Cruzeiro e 2 x 1 do Internacional. O Avaí ainda não havia conseguido fazer gol em cinco jogos como visitante!

GOL DE PÊNALTI – O meia João Paulo foi o autor do gol da primeira vitória do Avaí no Brasileirão 2019, na noite de ontem (2) no Maracanã. O pênalti foi do meia Caio, da base do Fluminense, sobre o lateral Yuri, aos 36 do segundo tempo, mas o árbitro Raphael Claus, da Federação Paulista e da FIFA, levou cinco minutos na consulta ao VAR.João Paulo converteu aos 42, sem chance para o goleiro gaúcho Muriel, irmão de Alisson, titular do Liverpool e da seleção brasileira. João Paulo, meia do Avaí, tem 29 anos, 1,71m, é paraibano de Guarabira, a 98 km da capital João Pessoa, disputou a Série B de 2018 pelo Atlético Goianiense. É jogador do grupo de empresários que dirige o Tombense.

FLUMINENSE – Muriel, Igor Julião, Digão, Nino e Caio Henrique; Allan, Ganso (Caio, 24 do segundo tempo) e Nenê; Yony Gonzalez, Wellington Nem (Marcos Paulo, 24 do segundo tempo) e João Pedro (Lucão, 36 do segundo tempo). Foi o segundo jogo do técnico carioca Oswaldo de Oliveira, que não escapou das vaias e do coro de burro.

AVAÍ – Vladimir, Yuri, Ricardo, Marquinhos Silva e Igor Fernandes; Pedro Castro, Richard Franco e João Paulo (Mateus Barbosa, 46 do segundo tempo); Caio Paulista, Lourenço (Mosquera, 31 do segundo tempo) e Brener (Jonathan, 11 do segundo tempo). O técnico mineiro Alberto Valentim não suportou a emoção e se ajoelhou para comemorar a vitória. O Avaí, último colocado, tem 10 pontos, 1 vitória, 7 empates, 9 derrotas, 9 gols a favor e 22 contra. Foi o quarto jogo dos dezessete em que o Avaí não sofreu gol.

QUATRO CARTÕES – Raphael Claus, árbitro da Federação Paulista e da FIFA, teve atuação segura. Foi correto ao consultar o árbitro de video, antes de confirmar o pênalti. Advertiu com cartão amarelo o zagueiro Ricardo, do Avaí, e o zagueiro Nino, o apoiador Allan e o meia Caio, que fez o pênalti. R$179.235,00. 16.043, em noite de tempo bom no Maracanã.

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JESUS ASSISTIU – O português Jorge Jesus, técnico do Flamengo, observou e fez algumas anotações. O Avaí é seu próximo adversário, sábado (7), no estádio Mané Garrincha, em Brasília, e negociou o mando de campo porque não dispõe de recursos para comprar geradores para instalar no estádio da Ressacada, em Florianópolis. 

Foto: O Dia – Ig