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A Comissão de Disciplina da Confederação Sul-Americana de Futebol surpreendeu com pouca punição para os oito expulsos no primeiro Grenal da história da Copa Libertadores, na noite da quarta-feira, 12 de março de 2020. O clássico terminou 0 x 0, diante de 53.389 torcedores – 49.971 pagantes -, na Arena Grêmio, e oito jogadores foram expulsos.

SÓ TRÊS JOGOS – O árbitro argentino Fernando Rappalíni expulsou, após quase meia hora de confusão, socos e pontapés, Paulo Miranda, Carlos Henrique, Luciano e Pepê, do Grêmio, e Moisés, Edenilson, Cuesta e Praxedes. O julgamento foi ontem (22), na sede da Conmebol, em Luque, município de Assunção, capital do Paraguai.

FICOU BARATO –Tudo começou aos 40 do segundo tempo, na troca de pontapés de Paulo Miranda e Moisés, punidos com 3 jogos de suspensão e multa de 3 mil dólares (R$16.600,00). Os demais, suspensão de 1 jogo e multa de 1.500 dólares (R$8.295,00). Não há como deixar de reconhecer: ficou barato para um espetáculo deprimente.

EMPATE 134 – Foi o empate 134 em 424 confrontos do maior clássico gaúcho, com 156 vitórias do Internacional e 133 do Grêmio. O jogo foi da segunda rodada da fase de grupos da Libertadores 2020, ainda sem data para recomeçar, devido à pandemia do coronavírus. Os times estão iguais no Grupo E, com 4 pontos, mas o Inter lidera pelo saldo de gols (3 x 2).

O RECORDE – As oito expulsões no Grenal ainda ficaram distantes do recorde de expulsões (19) da Copa Libertadores, da noite da quarta-feira, 17 de março de 1971, no estádio da Bombonera, em Buenos Aires. O jogo terminou 1 x 1, com 10 expulsos do Sporting Cristal, de Lima (Peru) e 9 expulsos do Boca.

Foto: Diário do Poder