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SERÃO CONHECIDOS amanhã (15) os adversários do Fluminense e do Manchester City nas semifinais da última Copa do Mundo de clubes com sete equipes. No primeiro jogo, o mexicano Leon e o japonês Urawa Red Diamonds disputarão a vaga para a semifinal da próxima 3ª feira (19) com o Manchester City, e no segundo, Al-Ittihad, campeão da Arábia Saudita, e Al-Ahly, campeão do Egito, decidirão quem jogará 2ª feira (18) a primeira semifinal com o Fluminense.

OS CAMPEÕES da Copa Libertadores da América e da Liga dos Campeões da Europa estão participando pela primeira vez do último Mundial de clubes, no formato com sete equipes, que passará por grande alteração a partir de 2025, quando a Fifa aumentará para 32 o número de participantes, tal como aconteceu nas últimas sete Copas do Mundo, de 1998 a 2022, depois de sete Copas com 16 seleções, de 1954 a 1978, e de quatro com 24 seleções, entre 1982 e 1994.

DEPOIS DA COPA de 1974, na Alemanha, o carioca João Havelange, único sul-americano presidente da história de 119 anos da Fifa (21/5/1904), sempre me recebeu no escritório da Fifa no Rio, para uma análise, o que se repetiu até 90, quando fui correspondente do Esto, principal jornal esportivo mexicano. Depois das Copa de 74, com 16, perguntei, e Havelange me respondeu que a Copa não poderia ter mais seleções: “Não. A Fifa só dispõe de um mês para a Copa”.

COINCIDÊNCIA ou não, a Copa de 82, terceira com Havelane presidente, passou de 16 para 24 seleções, e assim foi nas quatro seguintes, até 94. A partir de 98, aumentou para 32, e se estendeu por mais seis Copas, até 2022. A próxima, em 2026, é a primeira em três países e com 48 seleções, sem que se possa prever o próximo aumento. Imagina-se que deve variar de acordo com os interesses comerciais. Afinal, no futebol, há algum tempo, a bola passou a ser só um detalhe.

Fotos: Claro Sports e Concacaf