Quem pagou 222 milhões de euros – na época, mais de 800 milhões de reais – para ter Neymar, não pensa duas vezes e não conta nem até cinco, para ter Messi e refazer a dupla que encantou o mundo com a camisa do Barcelona. Foi por isso que o PSG entrou no circuito, sem admitir disputa, para a contratação de mais impacto de sua história. Nada é problema para o onipotente Fundo de Investimento do Catar, menos ainda dinheiro, seja qual for o idioma – argent, money, denaro, masari…

CONTATO – OPSG estabeleceu na noite de ontem (27) o primeiro contato com Messi, não para saber se quer viver em Paris, cercado de todo luxo e conforto, mas para perguntar quando o jatinho deve ir buscá-lo em Barcelona. Quem falou com ele foi Leonardo Araújo, de 50 anos, niteroiense, ex-lateral do Flamengo, São Paulo, Milan, Kashima, do próprio PSG, fluente em alguns idiomas, hoje diretor da confiança do bilionário e presidente do clube, para dizer que o PSG o quer o quanto antes. 

VANTAGEM – Messi havia pensado em voltar a ser dirigido por Guardiola, como nos bons tempos do Barcelona, mas sabe que o Manchester City não pode abrir o cofre como o PSG. No Reino Unido, o controle de gastos é tão rigoroso quanto à pontualidade e os clubes são monitorados pela União Europeia de Futebol, que não perdoa excesso. Daí a proposta do City ao Barça ter sido de 100 milhões de euros, mais três jogadores, incluído Gabriel Jesus, para a liberação de Messi.

SE HOUVESSE problema de contenção, de fixação de valores, o PSG não teria pago o que pagou em 2017 para ter Neymar. Não houve, como também não há agora com Messi, discussão, regateio. O clube quer e não quer saber quanto custa. É acertar e mandar a ordem de pagamento, dinheiro imediato. A entrada do Fundo de Investimento do Catar no negócio, afasta qualquer hipótese de concorrência. Pode ser que Messi não esteja pensando só em dinheiro, mas é uma hipótese, com certeza, remota. Ainda mais pelo que lhe será oferecido.

Foto: Tudo Ok Notícias