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UM MÊS DEPOIS de receber a oitava Bola de Ouro do jornal France Football, Messi ganhou ontem (5) o prêmio de Atleta do Ano, concedido desde 2006 pela Time, a mais importante revista de notícias semanais do mundo, cuja primeira edição circulou no sábado, 3 de março de 1923, nos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina, com mais de três milhões de exemplares. Na capa da revista, Messi beija a taça de campeão do mundo de 2022, que ganhou como capitão.

AO CONCEDER O PRÊMIO, a revista Time ressaltou não só as qualidades técnicas do craque argentino, mas a importância que exerceu desde a chegada ao Inter de Miami, quando aumentou de 6 mil para 110 mil as assinaturas dos canais, logo em sua estreia, em 21 de julho de 2023. Nos minutos finais, Messi levou ao delírio os 20 mil torcedores, lotação completa do PNK Stadium, em Fort Lauderdale, ao marcar de falta o gol da vitória sobre o Cruz Azul, do México.

MESSI ACEITOU A PROPOSTA do ex-meia inglês David Beckham, dono do Inter de Miami, mas revelou que a primeira opção, ao sair do PSG, era a volta ao Barcelona, onde bateu o recorde de 672 gols em 778 jogos, e de 33 títulos, entre 2004 e 2021: “Os dirigentes conversaram com meu pai, que é meu agente, mas não houve acerto”. Messi disse que também pensou em jogar na Arábia Saudita, mas a esposa e os filhos preferiram os Estados Unidos.

NOS PRIMEIROS MESES com a camisa rosa do Inter de Miami, o craque e capitão da seleção campeã do mundo ganhou a Copa da Liga norte-americana, com 10 gols em sete jogos. No total de 14 jogos, foram 11 gols e cinco assistências. Messi pediu desculpa por não comentar sobre a participação na Copa do Mundo de 2026, em que será pelo menos embaixador dos Estados Unidos: “Ainda faltam três anos e até lá estarei com 39. É melhor esperar chegar mais perto”.

Foto: CNN Brasil