Em situação a cada dia mais complicada pela falta de receita e de jogos, o Vasco lamentou a demissão de mais 50 funcionários e distribuiu nota, ressaltando que “o clube optou primeiro pela suspensão de contratos e depois pela redução de salário, mas precisou adotar medidas mais duras, devido aos desafios econômicos com o agravamento da crise”.

PROPOSTA – A nota emitida pelo clube diz que ao fazer o desligamento nesta segunda (11), o Vasco ofereceu, sem exceção, parcelamento de débitos em atraso, com o pagamento da primeira parcela no ato, e assumiu pagar multa de 50%, em caso de inadimplência do pagamento das parcelas”. O clube não revela o número exato de dispensas efetuadas.

PÓS-VACINA – O Vasco e os demais clubes interessados na volta imediata do futebol terão que esperar, sem prazo determinado. A volta dos torcedores aos estádios, em todo o país, só será possível após o desenvolvimento de uma vacina, de acordo com a recomendação da Universidade Federal do Paraná, primeira dedicada ao impacto do coronavírus no esporte.

PANDEMIA – O Rio de Janeiro registrou 56 mortes nas últimas 24 horas, com 877 infectados e 447 em esperando vaga em Unidades de Terapia Intensiva. Até o boletim da noite desta segunda (11), 17.939 infectados, 1.770 mortes no estado. O ortopedista Clóvis Munhoz, que trabalhou 24 anos no Vasco, deixou a UTI e passando à unidade semi-intensiva.

Foto: Rafael Ribeiro/Vasco