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A TRÊS DIAS DE FLUMINENSE x BOCA, a Confederação Sul-Americana de Futebol anunciou nesta 4ª feira (1), que o vencedor decidirá a Recopa Sul-Americana de 2024, em fevereiro, com a LDU, que ganhou a final da Copa Sul-Americana de 2023com o Fortaleza (4 x 3 nos pênaltis). O campeão da Libertadores fará o segundo jogo em casa, dia 28, no Maracanã ou na Bombonera, uma semana após o primeiro jogo, dia 21, no Estádio Casa Blanca, em Guaiaquil, Equador.

SE O FLUMINENSE GANHAR A LIBERTADORES, disputará a final da Recopa Sul-Americana com a LDU, que tentará o terceiro título, após vencer o Internacional (1 x 0 1 em Porto Alegre, 3 x 1 em Quito), e o Fortaleza, nos pênaltis, no último sábado (28), em Maldonado, Uruguai. Campeã em 2009 e 2023, a LDU se igualou aos outros duas vezes campeões da Sul-Americana: Athletico Paranaense (2018-21), Boca (2004-05), Del Valle (2019-22) e Independiente (2010-17).

FLUMINENSE E BOCA NA IGREJA

DUAS SEMANAS antes da decisão com o Fluminense, o técnico Jorge Almiron, ex-meia-atacante de 52 anos, visitou a Basílica de Nossa Senhora de Lujan, inaugurada no século XIX, a 70 km da capital Buenos Aires, para pedir a proteção da padroeira, que dá nome ao Santuário Nacional da Argentina, como é tratado pelos devotos. As estatisticas revelam que mais de 90% dos jogadores argentinos são católicos praticantes, incluídos jogadores e técnicos de futebol.

Técnico Jorge Almiron na igreja

NO RIO, O PADRE Omar Raposo, reitor do Santuário Cristo Redentor, rezou missa no altar da Paróquia de São José da Lagoa, a pedido do Fluminense, que não divulgou nas redes sociais. Pároco da bela igreja de vidro, à margem da Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cenários mais bonitos da Zona Sul da capital fluminense, o padre Omar Raposo, tricolor convicto, pediu proteção para os jogadores e comissão técnica na grande decisão do próximo sábado (4), no Maracanã.

 O PAPA E O MELHOR DO MUNDO

O TRICOLOR PAULO ROSCIO, diretor e produtor de documentários premiados, “Zico na Rede” e “Histórias da Rádio Nacional”, entre outros, me mandou hoje (1), de Roma: “Acabo de assistir na RAI – Rádio Televisione Italiana -, a uma entrevista do Papa Francisco sobre futebol, que abordou de forma bem objetiva. Quando perguntado sobre o melhor do mundo, Maradona ou Messi, foi ainda mais rápido na resposta: “Um terceiro, Pelé”.

O PAPA FRANCISCO, de 86 anos, nascido em Flores, bairro de Buenos Aires, em 17 de dezembro de 1936, é torcedor fanático do San Lorenzo e se lembra bem da escalação do time campeão argentino de 1946, quando tinha 10 anos de idade, que quebrou a hegemonia de seis anos do Boca e do River: Blazina, Vanzini e Basso; Zubieta, Grecco e Colombo; Imbelloni, Farro, Pontoni, Martino e Silva, na época de um goleiro, dois zagueiros, três meias e cinco atacantes.

GRATO AO AMIGO Paulo Roscio. Fiquei superfeliz pela resposta do Papa, que também sabe muito de futebol. Antes de Maradona e Messi, já haviam tentado comparar Di Stéfano, Puskas e Cruyff, mas Pelé foi e continuará sendo, desde sempre, o melhor da história do futebol. Há outros nomes de grandes valores, mas o que resta é escolher quem foi o segundo melhor do mundo. Gênio, só o eterno e único Rei Pelé.

Fotos: UOL, CNN Brasil e Ricardo Stuckert / Presidência da República